sábado, 14 de maio de 2011

PONTO E CONTRA PONTO: MEC distribui livro didático que defende erro de concordância

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PONTO: O livro de português distribuído pelo órgão defende que a maneira como as pessoas usam a língua deixe de ser classificada como certa ou errada
Um livro de português distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) para quase meio milhão de alunos defende que a maneira como as pessoas usam a língua deixe de ser classificada como certa ou errada e passe a ser considerada adequada ou inadequada, dependendo da situação.

Na semana em que o Jornal Nacional tem discutido os maiores problemas do Brasil na educação, os argumentos da autora do livro e as reações que provocaram estão na reportagem de Júlio Mosquéra.

A defesa de que o aluno não precisa seguir algumas regras da gramática para falar de forma correta está na página 14 do livro “Por uma vida melhor”. O Ministério da Educação aprovou o livro para o ensino da língua portuguesa a jovens e adultos nas escolas públicas.

Ele apresenta a frase: "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado", com a explicação: "Na variedade popular, basta que a palavra ‘os’ esteja no plural". "A língua portuguesa admite esta construção".

A orientação aos alunos continua na página 15: "Mas eu posso falar 'os livro'?". E a resposta dos autores: "Claro que pode. Mas com uma ressalva, ‘dependendo da situação a pessoa corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico’”.

Heloísa Ramos, uma das autoras do livro, disse que a intenção é mostrar que o conceito de correto e incorreto deve ser substituído pela ideia de uso adequado e inadequado da língua. Uso que varia conforme a situação. Ela afirma que não se aprende o português culto decorando regras ou procurando o significado de palavras no dicionário.

“O ensino que a gente defende e quer da língua é um ensino bastante plural, com diferentes gêneros textuais, com diferentes práticas, diferentes situações de comunicação para que ess desenvoltura linguística aconteça”, declarou ela.

O Ministério da Educação informou em nota que o livro “Por uma vida melhor” foi aprovado porque estimula a formação de cidadãos capazes de usar a língua com flexibilidade. Segundo o MEC, é preciso se livrar do mito de que existe apenas uma forma certa de falar e que a escrita deve ser o espelho da fala.

O Ministério da Educação disse que a escola deve propiciar aos alunos jovens e adultos um ambiente acolhedor no qual suas variedades linguísticas sejam valorizadas e respeitadas, para que os alunos tenham segurança para expressar a "sua voz".

A doutora em sociolinguística Raquel Dettoni concorda que é preciso respeitar o falar popular, que não pode ser discriminado. Mas ela enfatiza que a escola tem um objetivo maior, que é ensinar a língua portuguesa que está nas gramáticas.

“Se a escola negligencia em relação a este conhecimento, o aluno terá eternamente uma lacuna quando ele precisar fazer uso disso no seu desempenho social. Nós não podemos desconsiderar que a função social da escola, com relação ao ensino de língua, de língua portuguesa, é em principio, prioritariamente ensinar os usos de uma norma mais culta”, destacou.

O Ministério da Educação informou ainda que a norma culta da língua portuguesa será sempre a exigida nas provas e avaliações.
Fonte: gazetaweb.globo.com

CONTRA PONTO: Livro didático faz a apologia do erro: exponho a essência da picaretagem teórica e da malvadeza dessa gente
Por Reinaldo Azevedo
Começo este texto pelo óbvio: o nome é péssimo. “Por Uma Vida Melhor” pode ser título de livro de medicina, de religião e de auto-ajuda, mas não de língua. Gabriel Chalita, que me lê com enorme prazer secreto, vai pensar: “Esse nome me pertence”, enquanto escreve seu 437º volume sobre filosofia criativa, depois de mandar mais uma carta fofa para o padre Fábio de Melo, aquele que canta e encanta.

Terá certamente uma vida melhor o aluno que dominar o instrumental da norma culta da língua, contra o qual o livro se posiciona abertamente. Assim, esse “instrumento didático” que conta com o endosso do MEC, se algum efeito tiver, será no sentido de piorar a vida do estudante; na melhor das hipóteses, contribui para mantê-lo na ignorância.

Onde está a fraude intelectual do negócio? Sim, é um negócio! Abaixo, segue reproduzida uma página do livro em que os autores defendem por que é perfeitamente aceitável dizer e, fica claro!, escrever:
(se a leitura estiver difícil, clique na imagem que ela será ampliada).
“Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado“.

O que vai na imagem acima é só uma conversa mole descrevendo por que, para usar a linguagem técnica, o “emissor” conseguiu transmitir uma “mensagem” eficiente. Ocorre que o fenômeno da comunicação e, por conseqüência, da cultura vai, e tem de ir, muito além da simples eficiência. Ora, comunicamo-nos o tempo todo por códigos que não são verbais. Um simples arquear de sobrancelhas diz muito mais, a depender do contexto - como bem sabem todos aqueles que têm filhos adolescentes - do que um discurso articulado em palavras. Nem por isso a escola vai se ocupar agora de decodificar esses sistemas pessoais de comunicação.

Uma coisa é explicar por que uma mensagem fora do padrão formal da língua funciona; outra, diferente, é atestar a sua validade como uma variante da língua. Não dá! Português não é inglês, por exemplo. Na nossa língua, os adjetivos têm flexão de gênero e número, e os verbos, de número. Quem dominar com mais eficiência esse instrumental terá vantagens competitivas vida afora. O que esses mestres estão fazendo, sob o pretexto de respeitar o universo do “educando”, como eles dizem, é contribuir para mantê-lo na ignorância.

Uma das autoras, Heloisa Ramos, concedeu uma entrevista ao iG e demonstrou que tem talento para humorista involuntária. Ela nega que o livro faça a apologia do erro e afirma: “Esse capítulo é mais de introdução do que de ensino. Para que ensinar o que todo mundo já sabe?” Boa pergunta, minha senhora! Pra que ensinar alguém a falar errado se todo mundo já sabe fazê-lo por conta própria, não é mesmo? Sem contar que o erro, convenham, não tem norma, certo? Cada um fica livre para cometê-lo à sua maneira.

Dona Heloísa tenta negar o que seu livro explicita. Acima, nas suas páginas, lê-se com clareza inequívoca: “É importante que o falante de português domine as duas variantes e escolha a que julgar adequada à sua situação de fala”.

Faço a pergunta de sempre de Didi Mocó? “Cuma???” Ao que Mussum emendaria: “Só no forévis do povo!!!” Bons tempos em que falar errado era norma entre os “Os Trapalhões”!

Huuummm… Diga aí, professora: quando é que o erro é mais adequado do que o acerto?

A mestra segue com seu talento para o humorismo na conversa com o iG:
“Não queremos ensinar errado, mas deixar claro que cada linguagem é adequada para uma situação. Por exemplo, na hora de estar com os colegas, o estudante fala como prefere, mas, quando vai fazer uma apresentação, ele precisa falar com mais formalidade. Só que esse domínio não se dá do dia para a noite, então a escola tem que ter currículo que ensine de forma gradual” .

Uau! Entendi a preocupação. Fico cá a imaginar os estudantes se martirizando, na conversa com os colegas, preocupados em empregar a norma culta, muitas vezes ensinada com o brilho que sabemos, tendo como instrumento didático um livro como “Por Uma Vida Melhor”… De resto, como diria a doutora, por que contestar o que ninguém afirmou? Quem é que disse que o domínio da norma culta vai se dar do dia pra noite?

Pra que escola?
Escola é lugar de formalização do conhecimento, segundo o padrão culto, sim, senhor! Como teria dito o próprio artista, para que se possa pintar como Picasso aos 70 anos, é preciso saber pintar como Rafael aos 5, entenderam? O leitor sabe que este escriba mesmo mescla a tal norma culta ao uso informal e sem gravata da língua. Para que se chegue a ter um estilo, uma escrita pessoal, é preciso que se tenha o domínio do instrumental técnico.

Ninguém precisa de professor, minha senhora, para se comunicar de modo eficiente com os seus pares. Fosse assim, os analfabetos morreriam à míngua; fosse assim, Brasil afora, a nação estaria esfaimando. Os professores existem justamente para lembrar que a norma culta existe, que ela é importante, que, à diferença de servir à discriminação, é uma corretora de diferenças e de desigualdades.

Nem Paulo Freire…
Lá vou eu mexer com uma das divindades brasileiras - como se divindades humanas me constrangessem… Nem Paulo Freire ousou tanto na estupidez militante. Ele foi o criador de um método de alfabetização de adultos que se pretendia revolucionário. A partir do chamado “universo do educando”, de uma palavra que remetesse a um objeto ou realidade que fizesse parte do seu cotidiano, iniciava-se a alfabetização, que corresponderia, na verdade, a um processo de conscientização política que conduziria à libertação. Libertação do quê? De muita coisa, mas basicamente da tirania do capital.

Tratava-se um “bobajol” formidável, mas se diga uma coisa ao menos em defesa de Paulo Freire: sempre defendeu o uso da norma culta. Naqueles bons tempos, as esquerdas ao menos acreditavam na alfabetização do povo - para fazer revolução, claro!, mas acreditavam.

O neoesquerdismo do miolo mole, na sua fase de apologia do pobrismo, desistiu dessa bobagem. Esses vigaristas intelectuais estão certos de que o povo desenvolveu valores que lhe são próprios, que o distinguem da chamada “cultura da elite”. E deve ser respeitado por isso. A chegada do Apedeuta ao poder, com a sua compulsão de fazer a apologia da ignorância, parece dar razão prática a essa estupidez. Até parece que a complexa equação econômica em que se meteu o petismo, tendo de conservar os fundamentos do governo anterior, foi comandada por prosélitos do analfabetismo. Não foi! Ao contrário! Quem cuidou da operação foram pessoas com sólida formação intelectual.

Dona Heloísa, uma deslumbrada com o “povo”, não sabe quão reacionária está sendo; não tem idéia do autoritarismo que está na base de sua teoria. Não quero usar o exemplo pessoal. Mas sei de gente que se livrou da pobreza extrema apenas porque conseguia dominar determinados códigos de uma cultura que não seria própria àquela faixa de renda.

Pessoas que desrespeitam os pobres fazem de sua pobreza uma cultura alternativa. Gente decente reconhece o valor intrínseco de certas conquistas - como o domínio da norma culta da língua - e luta para que o acesso a esse código seja um direito de todos.

Ouvido, o MEC defendeu a adoção da obra como um dos livros de referência. Alguém aí se surpreendeu? Para encerrar: tentamos saber por que a nossa escola é tão ruim. A vertente esquerdopata-sindical vai acusar a falta de recursos e os baixos salários dos professores. Não ganham bem, mas, dada a realidade brasileira, também não ganham tão pouco. Não importa! Dêem um salário milionário à categoria, e não sairemos do pântano enquanto valores como o que orientam a estupidez acima forem influentes. Um dos fatores que conduziram o ensino brasileiro ao desastre que aí está foi a substituição do conteúdo pelo proselitismo, trabalho conduzido pelas esquerdas “sindicalentas” da educação.
Fonte: Veja.com
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

VIDA MODERNA: O Prefeito de Dourado esteve na XIV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios

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O prefeito e o diretor financeiro da prefeitura de Dourado, participaram da XIV Macha a Brasília em Defesa dos Municípios, do dia 10 ao dia 12, promovida e organizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), com o apoio da Frente Nacional de Prefeitos (FNP)
O objetivo da Marcha foi atuar junto ao Congresso Nacional e especialmente junto aos líderes partidários e às mesas diretoras do Senado Federal e da Câmara dos Deputados para que os parlamentares assegurem a votação imediata das seguintes matérias constantes da Pauta Prioritária dos Municípios brasileiros:

Apreciação e derrubada dos seguintes Vetos Presidenciais:
(Veto 23/2009) - A derrubada deste veto permitirá o encontro de contas entre os débitos e os créditos dos Municípios com a Receita Federal e com o INSS e possibilitará que a atualização dos débitos dos Municípios com a Receita Federal seja feita pela TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) e não mais pela SELIC (Taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia) que vige atualmente;

(Veto 39/2010) – A derrubada deste veto permitirá uma redistribuição horizontal mais justa e equitativa dos valores dos Royalties e Participação Especial de Petróleo e Gás oriundos da Plataforma Continental entre todos os Estados e Municípios brasileiros assegurando ainda a manutenção do Fundo Social para aplicação direcionado para a Educação pública.

• Regulamentação da EC 29/2000:
O PLP 306/2008 está aguardando votação na Câmara dos Deputados há 1.085 (hum mil e oitenta e cinco) dias, acarretando um prejuízo irrecuperável à saúde pública no Brasil. Com a votação, ficará definida a participação da União no custeio das ações de saúde atendendo ao que dispõe o artigo 198 da Constituição Federal.

Atuar ainda junto ao Governo Federal, por meio do Comitê de Articulação Federativa (CAF), para:

• Liberação dos recursos dos convênios inscritos em restos a pagar
- Pleitear junto ao governo federal o pagamento imediato dos valores relativos aos convênios de que trata o Decreto nº 7.468/2011 e exigir que os demais convênios firmados com Municípios brasileiros, cujas obras estejam em andamento, sejam efetivamente pagos até maio do exercício financeiro de 2012, salvaguardando o encerramento do mandato dos atuais prefeitos;

- Aperfeiçoar o processo de execução de convênios, desburocratizando as práticas de forma a tornar ágil a liberação dos recursos para os Municípios.

Principais autoridades presentes:
O evento contou com a presença do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que em seu discurso enfocou com vários elogios o Sistema Único de Saúde (SUS) desenvolvido no Brasil todo. Já a Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, ressaltou a importância do trabalho de inclusão social dos catadores de lixo e da criação de um cadastro para melhorar ainda mais as condições das cooperativas no Brasil.

Na sequência, o presidente da Câmara Federal, Marco Maia (PT), entregou uma medalha de honra ao presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski. 
Por fim, os prefeitos foram recepcionados no salão Negro do Senado. 
Fonte: Site da Prefeitura de Dourado
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VIDA MODERNA: Lixo é lastro

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Transformar lixo em atividades econômicas produtivas é um dos caminhos de construção de sociedades sustentáveis
Por *Rodnei Vecchia
Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.
Lavoisier
Lixo é uma inesgotável fonte de oportunidades de excelentes negócios, uma fonte de riquezas ainda pouco explorada. Coletar lixo para reciclagem ou reutilização traz imensos benefícios à natureza. Talvez seja a atividade que melhor represente o conceito nu e cru do significado de sustentabilidade econômica, social e ambiental. Cresce por todo o mundo alternativas de transformar lixo em lastro. Lastro no sentido do ouro que garante a um país sua estabilidade e base econômica. É senso comum a importância de se reduzir a produção de resíduos bem como de reaproveitá-los economicamente.

A lei de resíduos sólidos brasileira tramitou no Congresso Nacional por 19 anos até ser sancionada pelo presidente Lula em agosto de 2010, e está em processo de regulamentação. Determina que a União, Estados e municípios façam planos para tratar resíduos, por meio de metas e programas de reciclagem. Proíbe lixões e determina que compete às indústrias o descarte de produtos, processo denominado de logística reversa. Pilhas, pneus, baterias, eletro-eletrônicos, entre outros bens, serão recolhidos pelos seus fabricantes/responsáveis que devem dar a destinação ambiental correta a todos eles.

Atualmente 43 % do lixo coletado no país recebe destinação inadequada. Cabe aos municípios, responsáveis diretos pela coleta, maior responsabilidade pública sobre essa riqueza desperdiçada, num planeta finito que já não dá conta do consumo desenfreado de seus habitantes. Cabe a nós, brasileiros conscientes, criar uma aura ininterrupta de educação ambiental, para incutir na mente de todos a importância vital de cuidar de nossa casa maior.

Apenas 7 % dos municípios brasileiros fazem coleta seletiva reciclável. Com a nova lei, prevê-se um aumento de 500 mil trabalhadores dedicando-se à atividade de reciclagem. Hoje o país é recordista em reciclagem de embalagens de alumínio: 94 %!

Há inúmeros exemplos de transformação de resíduos em negócios lucrativos: usinas de reciclagem que transformam entulhos de alvenaria da construção civil em brita; lixo orgânico em adubo; pneus em sandálias; óleo de cozinha em sabão; embalagens tetra pak em telhas; e o próprio aterro sanitário a gerar gás metano para produzir energia renovável.

Um exemplo de sucesso nessa área surgiu de uma ideia simples, mas genial de um jovem húngaro, Tom Szaky de 28 anos, que vive nos EUA. Ele criou há oito anos um processo de reutilização a partir do que é descartado pela maioria das empresas: embalagens, garrafas ou latas. Esses itens transformam-se em produtos úteis, num processo denominado upcycling: não se faz nenhuma alteração química ou física dos resíduos, apenas dá-se uma nova forma que agrega valor ao produto final. A empresa Terracycle estabeleceu-se em diversos países e já está no Brasil, onde faz parcerias com escolas, oficinas de arte, cooperativas, grupos sociais e empresas colaboradoras. Os parceiros coletam restos sem utilidade que iriam emporcalhar a natureza e a Terracycle transforma-os em bolsas, porta trecos e até roupas.

Empreendedores visionários brasileiros: a gestão de resíduos é um dos grandes negócios do futuro. Lavoisier já constatou isso no século XVI e o Brasil é um país repleto de oportunidades. Quem se habilita então em desenvolver uma atividade empresarial que transforme lixo em lastro, proporcione excelentes retornos financeiros, além de propiciar aos seus idealizadores satisfação de dever cumprido e eterna gratidão das atuais e futuras gerações?
Bingo! Eureka!
*Rodnei Vecchia
Graduação e especialização em administração de empresas pela Fundação Getulio Vargas - SP, mestre em Liderança, professor universitário de gestão, planejamento e economia ambiental, consultor de empresas, colunista e empresário do ramo de energia. Autor do livro "O Meio Ambiente e as Energias Renováveis", Editora Manole, 2010
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ENQUANTO ISSO EM SÃO CARLOS: Virada Cultural

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São Carlos receberá nos dias 14 e 15 a 2ª 
Virada Cultural Paulista
O evento é uma parceria da Prefeitura de São Carlos, por meio da Coordenadoria de Artes e Cultura, e o Governo de São Paulo, via Secretaria Estadual de Cultura. 

Segundo a coordenadora de Artes e Cultura da Prefeitura, Telma Olivieri, serão oferecidas diversas atividades culturais gratuitas à população. Shows diversos, apresentações de Djs, atrações circenses, danças, filmes, entre outras atrações animarão a cidade nesses dois dias em ambientes distintos, como o Sesc, os teatros Municipal e de Arena, praça Coronel Salles e o auditório da Biblioteca Municipal, onde serão exibidos filmes. 

A abertura oficial do evento acontece às 18h do dia 14, no Teatro Municipal, com a apresentação do grupo Vozes Dissonantes, com Denise Stoklos. Paralelamente, também às 18h haverá apresentação do grupo “A pessoa é para o que nasce”, no Sesc. Às 18h30, o palco externo, instalado na praça Coronel Salles, trará o Dj Tahira, e às 20h, no Teatro de Arena, será a vez da dupla Mário e Nete da Cia Felinos Adestrados se apresentar. 


Segundo Telma, a Prefeitura, junto à Polícia Civil, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros, além de equipes e serviços terceirizados irão garantir a infraestrutura e segurança, contribuindo para o sucesso do evento.

A Virada Cultural tem como característica também atrair públicos de diversas cidades da região, segundo a secretária. “Como a Virada não é realizada em todas as cidades do Estado e o fato da programação ser bem diversificada acaba atraindo as pessoas atentas e interessadas de diversas cidades”, comenta. Este ano as atrações principais serão os shows dos cantores Diogo Nogueira (durante a abertura) e Arnaldo Antunes (no encerramento)

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

NOSSA CIDADE: Prefeito participou de uma audiência para tratar do Fórum Distrital

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A audiência ocorreu no gabinete do presidente do Tribunal de Justiça, em São Paulo
O Prefeito de Dourado, participou juntamente com a juíza da Comarca de Ribeirão Bonito, a Deputada Estadual Beth Sahão, o juiz de Direito da Comarca de Catanduva, Celso Maziteli, e o presidente da OAB, Subsecção de Catanduva, Mairton Lourenço Cândido, de uma audiência com o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), desembargador Roberto Antonio Vallim Bellocchi, a convite da juíza da comarca de Ribeirão Bonito, Gabriela Müller Carioba Attanasio, para discutir sobre a possibilidade da criação de um Fórum Distrital em Dourado. 

 A audiência ocorreu no gabinete do presidente do Tribunal de Justiça, em São Paulo.

Segundo o prefeito, o resultado da audiência foi bastante positivo. Dourado pode sim ter o seu Fórum Distrital”, conclui o prefeito, ele já havia participado de outra audiência pública no gabinete do presidente do Tribunal, em São Paulo no mês passado para discutir sobre o mesmo tema. Caso o prefeito, com ajuda da juíza da comarca consigam a instalação do Fórum Distrital em Dourado, a Prefeitura já se comprometeu em ceder um prédio do município para o funcionamento do mesmo.
Fonte: Site da Prefeitura de Dourado

O que é um "Fórum Distrital"?
Após dividir-se em temas [trabalhista, militar, eleitoral e comum (civil e criminal)], subdivide-se, na Justiça Comum, em circunscrições, as quais abrangem determinadas regiões, onde litígio os gerados serão apreciados pelas COMARCAS, que se compõem por varas.

Entretanto, o crescimento populacional e/ou industrial faz com que a comarca fique "sobrecarregada" de processos e, ao analisar os casos, quase sempre não é viável a criação de outra comarca, em razão dos custos. Assim, criam-se os FOROS DISTRITAIS, os quais são como subsídios das Comarcas, abrangendo a jurisdição de certas cidades e/ou regiões, mas sempre estando submetidos à autoridade das comarcas. Alguns chegam a dizer que o foro distrital é como uma VARA que foi criada fora da comarca...
Luis Mario
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A cidade de São Carlos  já é vitrine nacional e internacional quando o assunto é a excelência de seus renomados centros de pesquisa, o que lhe confere o título de Capital da Tecnologia e do Conhecimento
Mas agora ela quer ganhar destaque também em várias atividades no setor de reaproveitamento de materiais junto ao setor público. Algumas são pioneiras e fazem com que a política de sustentabilidade desenvolvida no município de 230 mil habitantes vire exemplo para outras cidades de médio porte e mesmo algumas capitais.

A Progresso e Habitação de São Carlos (Prohab) iniciou em 2004 o projeto de reciclagem e industrialização do material da construção civil. Atualmente, são recicladas 100 toneladas por dia. Na construção civil, um terço do material básico vira entulho, sendo que 15% podem ser reutilizados.

Segundo o diretor da usina de reciclagem da Prohab, Samir Fagury, R$ 1 milhão foi investido no projeto, incluindo os equipamentos. “O material é reaproveitado na fabricação de blocos, bloquetes, bancos e outros artefatos de cimento, sendo que a produção diária atinge três mil blocos de cimento ou 150 m² de piso para pavimentação, que são aproveitados pela prefeitura municipal, sendo São Carlos a pioneira nessa experiência no setor público no país. A mão de obra é feita por 14 detentos do regime semi-aberto da penitenciária do vizinho município de Itirapina. Além da oportunidade de trabalho, eles recebem um salário, alimentação e transporte”, explica o diretor da usina de reciclagem.

Uma mudança radical deve acontecer no setor, já registrada em países de primeiro mundo. “A tendência é que cada um seja responsável pelo lixo e obrigado a pagar pelo que produz”, diz Samir. Para ele, a reciclagem custa quatro vezes menos do que a retirada do material descartado indevidamente.

“Hoje, três Ecopontos estão em funcionamento em São Carlos e mais cinco estão previstos, sendo parte da continuidade nos investimentos da cidade na coleta de resíduos da construção civil”, fala o prefeito Oswaldo Barba.

O programa de Coleta Seletiva é outra inovação em São Carlos. Implantado em 2002, com o fechamento do acesso dos catadores ao aterro sanitário, ele foi organizado primeiramente em três cooperativas, unificadas em 2010. “Este modelo só existe em outros dez municípios do país. Além de oferecer a infraestrutura, o sistema estimula o catador a ser cada vez mais produtivo, valorizando e premiando quando as metas são alcançadas e superadas”, conta Reynaldo Sorbille, diretor do Departamento Municipal de Apoio à Economia Solidária.
Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada

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VIDA MODERNA: O Poder da Gentileza

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Buscamos cada vez mais a interatividade, por meio do avanço tecnológico e do desenvolvimento da civilização
por *Eduardo Shinyashiki
Passamos o dia inteiro conectados a pessoas das mais variadas localidades, somos capazes de estabelecer contato com praticamente todos os cantos do planeta, a hora que quisermos. Porém, as relações interpessoais próximas parecem cada vez mais superficiais, e, seguindo por este caminho, da distância e indiferença, palavras como cortesia, empatia e amabilidade parecem mais além da nossa realidade, dia após dia.

Afinal, será que a vida moderna dificulta relações com gentileza, ou é possível ser uma pessoa ocupada, sem abrir mão da delicadeza no trato com o outro? Como ser gentil enquanto enfrentamos o trânsito caótico das grandes cidades e o dia-a-dia tão cheio de tarefas e obrigações? São tantos os motivos que podemos facilmente nos convencer de que a falta de cuidado com o próximo não é nossa culpa, assim como a forma como somos tratados. Estamos acostumados a ver a agressividade exaltada, considerada um meio indispensável para o sucesso, é elogiado o homem forte, o executivo agressivo, duro e arrogante. Será que essas atitudes conquistam a confiança alheia e o sucesso duradouro?

O que acabamos esquecendo é que, antes de tudo, o ato de ser gentil beneficia, mais do que a qualquer outro, a nós mesmos. Uma teoria publicada pelo professor Sam Bowles, do Instituto Santa Fé (EUA), chamada de “sobrevivência do mais gentil”, afirma que a espécie humana sobreviveu graças à gentileza. Segundo Bowles, os grupos altruístas cooperam e colaboram mais para o bem-estar do próximo e da comunidade, a fim de garantir a sobrevivência. Outro estudo, realizado pela professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, demonstrou também que a gentileza pode nos deixar mais felizes. Ela pediu a um grupo que praticasse atitudes gentis durante dez semanas, e verificou que a felicidade aumentou consideravelmente no período do estudo.

Gentileza significa uma boa educação emocional, aprendida e desenvolvida em todos os ambientes que convivemos. É o bom tratamento, uma qualidade ou caráter de alguém nobre, generoso, que ajuda a manter e fortalecer os laços entre as pessoas. As pesquisas nos mostram que ser gentil tem uma finalidade pessoal e coletiva, é a prova de que quando tomamos atitudes em prol do outro, automaticamente, e muitas vezes sem perceber, recebemos de volta o bem que fizemos. 

A teoria do professor Sam Bowles pode ser demonstrada por brigas no trânsito, por exemplo, em lugares com uma concentração grande de pessoas, onde vidas se perdem pela simples falta de compreensão com as atitudes alheias. Vivemos na defensiva, temendo que os outros possam nos machucar. Mas há diversas formas de se comprovar que atitudes mais solícitas e gentis só tendem a melhorar a qualidade de vida e as relações interpessoais. Sabemos, também, que só temos a ganhar quando privilegiamos a gentileza, ao invés da brutalidade e ignorância.
A grande característica da gentileza é que ela está presente, na maioria das vezes, nas atitudes cotidianas e simples. Ouvir mais, por exemplo, ser paciente, justo e solidário, são atitudes simples, mas importantes para tornar-se uma pessoa mais próxima perante o outro. Estimular a amizade pode ser uma forma de se exercer a generosidade e a gentileza. 

O que nunca devemos nos esquecer é que o poder de modificar aquilo que nos cerca está dentro de nós, a parte mais importante do trabalho acontece no interior do nosso ser, purificando nossos corações. Somente nós mesmos transformaremos nossas vidas em existências mais dignas, plenas e verdadeiras.

*Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor organizacional, escritor e especialista em desenvolvimento das Competências de Liderança e Preparação de Equipes. Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Colabora periodicamente com artigos para revistas e jornais. Autor dos livros: Viva como Você Quer Viver e A Vida é Um Milagre, Editora Gente, disponíveis em AudioLivro pela Editora Nossa Cultura. 

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Este Post tem Apoio Cultural da Psicológica TV
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Depois de alguns anos de ceticismo e desconfiança, 2010 foi o ano da consolidação das mídias sociais como estratégia de Marketing, além de uma excelente maneira de atendimento ao cliente e uma ferramenta de construção de relações muito além das expectativas
por *André Telles
Empresas de todos os portes voltaram os olhos para diferentes estratégias de mídias sociais e começaram a entender o mundo do Facebook, Twitter, Flickr, entre outros, engajando-se em fóruns, blogs, criando vídeos para web e mais: elas perceberam que não tem controle sobre a sua marca e quanto mais humana e focada em criar relacionamentos duradouros com seus clientes melhor será seu resultado.

Em minhas palestras, cursos e aulas durante o ano bati fortemente em algumas teclas. São elas:

Não é de graça: 
Social Media Marketing custa tempo - muito tempo. O Marketing one-to-one, a segmentação de mercado, o Marketing de Relacionamento e o monitoramento fazem parte de planos de mídias sociais que quando bem executados proporcionam um excelente ROI para as empresas.

Ser Criativo: 
A mídia social não é venda de mídia. Seja social. Menos mídia, mais social é o meu mantra preferido. Divirta-se ao envolver a sua comunidade, faça-a comentar em seu blog e participar das suas campanhas. Engajar.

Ter uma equipe: 
Seja uma equipe interna ou tercerizada, mídia social não é para "o estagiário que sabe mexer no Orkut". A equipe deve ser treinada para ter uma compreensão sobre como ajudar os clientes, gerar conteúdo relevante, fazer relacionamento e vender o produto ou serviço de maneira sutil e inteligente.

Comece com os funcionários: 
As pessoas que sabem como falar sobre sua empresa, marca e cultura da melhor forma são seus colaboradores. Os funcionários são os primeiros a compartilhar com suas comunidades e da rede da sua experiência com a sua empresa e marca. Ter um tutorial e um treinamento para não cometer erros comprometedores para a empresa é fundamental.

Ouça primeiro: 
Chegar com um megafone e explodir mensagens publicitárias como na mídia tradicional não é o melhor caminho. Comece monitorando, escutando e entendendo a sua audiência, como ela pensa e o que pensa sobre sua marca, produto, serviço e segmento de mercado. Em seguida estenda a mão e comece o contato com seus clientes, colaboradores e fãs de sua marca e faça-os sentirem que estão no centro da conversa.

Transforme os clientes em Marketing: 
Os clientes que se sentem reconhecidos e apreciados são leais, animados e ansiosos para ajudar a ser evangelistas da sua marca, sem nenhum custo.

Certamente não foram todas as empresas que conseguiram tratar as mídias sociais de forma correta em 2010, mas foi um ano de grande evolução neste segmento. Para 2011 desejo muito sucesso para as empresas e que o Marketing Digital ganhe o espaço merecido no Brasil com os grandes profissionais que temos no mercado.

* André Telles é publicitário, professor, autor dos livros “Orkut.com”, “Geração Digital” e “A revolução das Mídias Sociais” e CEO da agência especializada em marketing digital Mentes Digitais.
Fonte: Mundo do Marketing

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