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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

ENQUANTO ISSO EM SÃO CARLOS: Janelas para Arte traz obras do artista Romeu Casale

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Até 30 de outubro, o projeto Janelas para Arte (localizado nas Janelas do Sim, na esquina das ruas Dona Alexandrina com Major José Inácio) estará com a Exposição Retrospectiva 2011 - Pinturas Romeu Casale (2007/2008)
Centro da Terra I e II - Petróleo
Romeu Casale Filho é um são-carlense de 60 anos, médico veterinário, viúvo e pai de 4 filhos. Artista autodidata, Romeu iniciou sua carreira em 1994 com a fotografia. Por meio dela passou a expressar com formas e cores as próprias emoções. 

Já fez dezenas de exposições individuais e algumas coletivas; recebeu diversos prêmios, inclusive alguns lhe atribuíram o primeiro lugar em salões de arte. 

Tem se dedicado à Arte Pictórica Abstrata contemporânea, conhecida como técnica mista.“Minha mente é repleta de mundos, um imenso reservatório de energia vital e de poesia visual, e é quando abro os braços e me atiro ao espaço em busca de outros, que percebo as minhas carências, as minhas insuficiências e recebo a solidão como uma dolorida frustração. 

Estou pronto para adentrar ao transe criativo, multiplicando os meus esforços e a minha disciplina. Sinto-me então corajoso, forte e inesgotavelmente amoroso e grato ao destino”, conta o artista.

O projeto:
Esta exposição faz parte do projeto Janelas para Arte, realizado pela Prefeitura através da Coordenadoria de Artes e Cultura. 

O objetivo deste projeto é proporcionar aos cidadãos acesso à arte, popularizando e divulgando o trabalho de artistas visuais nas janelas do edifício do SIM, sendo que os trabalhos são reproduzidos digitalmente e impressos em banners para assegurar a integridade das obras, bem como permitir sua circulação em outros espaços públicos.

A participação neste tipo de exposição pode acontecer por convite ou por seleção dos inscritos em edital. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail cultura@saocarlos.sp.gov.br ou pelo telefone (16) 3373-2708.

O Trabalho de Romeu Casale:
São explosões de cores, algo que sugere uma forte intensidade mas também uma desorganização da mente, do olhar.
Sem Titulo
Qual vem primeiro? Que ordem estabelecer? Busco alguma referência estética para me situar, me lembro do expressionismo abstrato de Pollock com sua action paint. Mas não é igual. Há algo ali de diferente. Como estabelecer um critério de observação numa obra abstrata? Decidi começar pelo aspecto formal, aquilo que diretamente eu percebia.

Comecei pela primeira obra na sequência linear da exposição. É a obra díptica entitulada "Centro da Terra I e II - Petróleo". A tela é abstrata, mas curiosamente o nome cria uma figuração semântica. Ele remete ao petróleo. Mas a minha leitura se limita as formas que se apresentam, ela busca uma percepção além do significado figurativo. Comecei observando as cores. A tela era composta por tons de cinza, preto e branco. A pintura se dividia em duas formas: uma grande área cônica concentrava uma pincelada larga, formava uma movimentação circular, passando uma ideia de harmonia e clareza que era quebrada pela tensão da pintura estriada formada por vários riscos que "corriam para fora", na parte superior do quadro, criando uma oposição ao círculo. Do centro do cone havia uma explosão de tinta reforçado essa sensação de energia extravasando.

Essa dialética se mantinha nas outras obras, onde tinha essa tensão entre o que era controlável, os cones e círculos, e o que rompia a harmonia, que era ímpeto, descontrole. 

O acúmulo de tinta nas telas mostra um processo de construção em etapas, camadas e camadas de tinta que formam texturas muito dinâmicas e indicam a passagem do tempo, o processo de decisão, as mudanças de cores, de formas, de direção. Parece uma dialética que o artista trata com a obra, com forte interferência do acaso, induzindo novos movimentos até sua completude.

A obra "Explosão solar - calor e luz" é curiosamente diferente. O artista explora outros materiais e rompe com a tensão do círculo criando outras tensões. Há um corte seco na horizontal e uma movimentação vertical, marcada principalmente pelas texturas. Há também uma separação mais brusca na cor. Pode-se dizer pelo título que sejam os raios do sol em contraste com a escuridão do espaço, mas também podemos ir além e ver naquela escuridão algo secreto, denso e indecifrável, que é rompido por algum elemento mais leve e luminoso. Há uma troca de energia nesse confronto, novamente temos uma sensação de harmonia.
Explosão solar - calor e luz
As obras conseguem sintetizar de forma muito poética esses contrastes e dualidades, esse fluxo de energia que se expande e se contrai, remetendo assim a nossos próprios sentimentos.
Explosão solar - calor e luz - detalhes
Observando as telas bem de perto é possível, ainda, perceber que elas se desdobram em infinitas outras obras, em cada quadrante, em cada detalhe, há algo que passou despercebido numa visão geral. As obras não se mostram imediatamente, mas se revelam aos poucos, despertando uma sensação de descoberta, de comunicação. E quando se multiplicam nesses detalhes oferecem uma análise sempre nova, que pode refletir em nós mesmos.
 Explosão solar - calor e luz - detalhes
 Explosão solar - calor e luz - detalhes
Sem título - detalhe
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

SABER PARA ENTENDER: “O ESPIRITISMO É UMA RELIGIÃO E NÓS NOS UFANAMOS DISSO” (A.Kardec)

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Circula pela Internet e também através de alguns periódicos espíritas, absurdas críticas à literatura de Emmanuel
Por Jorge Hessen
Trata-se, sem dúvida, de improfícua tentativa de desmerecer a extraordinária obra do excelso médium Chico Xavier e de entronizar-se a hegemonia ideológica desses agentes da perturbação.

Não é preciso fazer um esforço descomunal para identificar nesses irmãos a carência de sensatez, pelo fato de encontrarem-se inteiramente distanciados da Doutrina dos Espíritos, engolfados nas malhas do fascínio obsessivo.

Melancólicos críticos de Chico Xavier, Emmanuel e André Luiz, tais confrades permanecem no torpor hipnótico, delirando no interior de uma composição descarrilada que culminou na tolice apontada como "emmanuelismo", patrocinada por “espíritas” que não tem mais o que fazer de útil.

Essa ojeriza a Emmanuel há muito tempo que existe no movimento Espírita , da mesma forma a aversão contra André Luiz, desde a publicação de Nosso Lar. Recentemente deliberei assistir uma apresentação em vídeo sobre o que apelidam de “Emmanuelismo”. Vi, contudo, não suportei a mutilada pseudopesquisa e parei de assistir para não obliterar meu mundo cerebral. Entre as “preciosidades” do conteúdo, afirma-se que até para os próprios “espíritas” Emmanuel é um “pseudo-sábio”. Não sei em qual fonte bebericaram para afirmação tão incoerente.

A fundamental descrição de Emmanuel que faço é: ele nem enaltece, nem recrimina. Demonstra, conscientiza. É veemente, faz notar que os que se recuperam são incólumes aos horrores do amanhã. Por isso exorta-nos a reforma íntima. Nós que o interpretamos e consentimos venerá-lo deixamos escapar um grito de conforto: "Sim, nós somos capazes! Isso é meio poético, mas é assim que sinto o Benfeitor Emmanuel.

É evidente que para um Espírita consciente, o assunto cheira a discussão estéril, sem lógica. Retrucá-lo pode ser perda de tempo, mas como estou aposentado vou utilizar um tempinho para escrever sobre essa doideira. Lembrando que terei o cuidado para não esbarrar na mesma faixa de sintonia.

É risível o esforço dos confrades (reencarnações tupiniquins dos ex-científicos de século XIX) que consideram Emmanuel um pseudo-sábio. A quem consideram sábio? Afonso Angeli Torteroli? Ou eles mesmos ? irrisão!! Escrevo para alertar os leitores, pois “conforme as circunstâncias, desmascarar a hipocrisia e a mentira pode ser um dever, pois é melhor que um homem caia, do que muitos serem enganados e se tornarem suas vítimas".(1).

Esses irmãos , sob o guante de fértil imaginação e desnorteados de raciocínio, reverberam que o jovem “católico”, Chico Xavier, quando teve a visão mediúnica daquele que teria sido o Padre Manoel da Nóbrega, em pretérita encarnação, e que passou a ser identificado como Emmanuel, certificou-se de que este seria o seu Mentor Espiritual. Com isso, todo o processo mediúnico do extraordinário médium mineiro foi plasmado por um “misticismo católico”. (!?...)

Destarte, os atuais idólatras de Torteroli (aquele “científico” que abusava da resignação do “místico” Bezerra de Menezes, no século XIX, andam dizendo que por ter sido jesuíta Emmanuel impôs um viés catoliquizante no Movimento Espírita. Ora, se esses companheiros estudassem com inteligência os princípios espíritas identificariam que o Espiritismo não precisou se catoliquizar com as sublimes mensagens do grande arquiteto do catolicismo, o Doctor Gratia, Aurélio Agostinho, ex-bispo de Hipona, que ditou dezenas mensagens insertas no Pentateuco Kardeciano.

O importante é a essência de suas orientações, que em nada ferem a Terceira Revelação, ao contrário, contribuem para clareá-la ao fulgor do Evangelho. "O Espiritismo é uma doutrina moral que fortalece os sentimentos religiosos em geral, e se aplica a todas as religiões; é de todas, e não pertence a nenhuma em particular. Por isso não aconselha ninguém que mude de religião.”(2)

A rigor o que está escamoteado na retórica desses aventureiros da ilusão, sob o tema “Emmanuelismo”, é, nada mais, nada menos, o aspecto religioso da Doutrina Espírita sustentado dignamente no Brasil pela FEB e abrilhantado por Chico Xavier na prática mediúnica. Esses kardequeólogos “PhD’s de coisa nenhuma”, longe do uso do bom senso, insistem em divulgar a “progressista” tese de que se é preciso fugir do “Cristo Católico”, do religiosismo, do igrejismo no Espiritismo e transformá-lo numa academia de expoentes do “saber”, sob a batuta deles,obviamente! Isso só pode ser chacota!

Sob o império dessa compulsiva tendência filosófica, vão para a internet, redigem livros, artigos, promovem palestras inócuas, aguilhoados às diretivas telepáticas das “inteligências” sombrias do Umbral. Mas, gostem ou não! Queiram ou não, o Cristo é o modelo de virtudes para todos os homens .

Tais confrades têm se colocado como vítimas da pecha de afugentadores do Mestre Jesus das hostes doutrinárias. Trôpegos, cavalgam sem norte suspirando a falácia de que peregrinam o calvário do xenofobismo contra eles. Talvez porque numa entrevista cedida a confrades de Uberaba, Chico advertiu: "Se tirarem Jesus do Espiritismo, vira comédia. Se tirarem Religião do Espiritismo, vira um negócio. A Doutrina Espírita é ciência, filosofia e religião. Se tirarem a religião, o que é que fica? Jesus está na nossa vivência diária, porquanto em nossas dificuldades e provações, o primeiro nome de que nos lembramos, capaz de nos proporcionar alívio e reconforto, é JESUS."(3)

Atacam, até, a figura do pioneiríssimo Olympio Teles de Menezes, alcunhando-o de espiritólico. As hordas das regiões densas são poderosas e se "organizam", uma vez que têm, como meta, a proscrição de Jesus dos estudos espíritas. Confrades esses, aprisionados por astutos cavaleiros das brumas umbralinas, atestam que Kardec escreveu o Evangelho para apaziguar os teólogos, tentando uma aproximação com a Igreja (pasme, acredite se quiser!)

Ficam rubros de fúria quando leem Kardec que afirmou: " o Espiritismo é uma religião e nós nos ufanamos disso."(4) Além disso, o Espírito São Luís adverte que "os espíritos, não vêm subverter a religião, como alguns o pretendem. Vêm, ao contrário, confirmá-la, sancioná-la por provas irrecusáveis. Daqui a algum tempo, muito maior será do que é hoje o número de pessoas sinceramente religiosas e crentes." (5)O mestre lionês assevera com todas as letras "espiritismo repousa sobre as bases fundamentais da religião e respeita todas as crenças; um de seus efeitos é incutir sentimentos religiosos nos que os não possuem, fortalecê-los nos que os tenham vacilantes."(6)

Para os arautos da anti-religião doutrinária, que afirmam ser "Jesus somente o emergir de um arquétipo plasmado no inconsciente coletivo", afirmamos que o Mestre da Galiléia foi a manifestação do amor de Deus, a personificação de sua bondade. Para o célebre pedagogo e gênio de Lyon, o Cristo foi "Espírito superior da ordem mais elevada, Messias, Espírito Puro, Enviado de Deus, é Diretor angélico do orbe e Síntese do amor divino".(7)
Jorge Hessen
http://jorgehessen.net

Referências Bibliográficas:
(1) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, RJ: Ed. FEB, 2000, cap. X, 20 : 21

(2) Kardec, Allan. Revista Espírita, fevereiro de 1862 - Resposta dirigida aos Espíritas Lionenses por ocasião do Ano-Novo, Brasília: Edicel, 2001

(3) Entrevistas com Chico Xavier disponíveis em:
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/religiao/espiritismo-sem-jesus.html e http://www.meumundo.americaonline.com.br/eespirita/espiritismo_sem_jesus.htm

(4) Kardec, Allan. Revista Espírita, dezembro de 1868, discurso de Kardec em reunião pública realizada na noite de 01/11/1868, na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Brasília: Edicel, 2001

(5) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, RJ: Ed. FEB, 2002, perg. 1.010 (a),

(6) Kardec, Allan. O Livro dos Médiuns RJ: Ed. FEB, 2000, Capítulo III, Do Método, Item 24,

(7) Kardec, Allan. A Gênese, RJ: Ed. FEB, 1998, XV, item 2

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quarta-feira, 20 de julho de 2011

VIDA MODERNA:Sorvete feito de flor!

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Dica: Festa de São João em Dourado
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Sem lactose, sem gluten, sem colesterol, sem proteínas ou gorduras animais
por *Paula Rothman
Parece mais anúncio de produto dietético, mas é o que está no rótulo do sorvete Lupinesse.

Ele foi criado pelos pesquisadores do Instituto Fraunhofer, na Alemanha, a partir de uma planta do gênero Lupinus (olhe foto abaixo).

O sorvete aí de cima, dizem, é bem cremoso e 100% vegetal- sem nenhum pingo de leite.

Embora as Lupinus já tivessem sido usadas antes, ninguém conseguia dar um sabor muito bom aos produtos. O segredo dos alemães foi descobrir um método especial não revelado de misturar as coisas- e também usar partes da semente.

É que elas possuem muitas proteínas e, de quebra, ainda melhoram a qualidade do solo por serem ótimas fixadoras de nitrogênio.

Os sabores são baunilha com cereja, mousse de morango, nozes e chocolate. Confesso que minha experiência com milk-shake de soja não foi muito agradável, mas acho que eu aceitaria provar uma nova versão de sorvete de planta para ver se, além de boa para o meio ambiente, a invenção alemã ainda é gostosa.
Nome Científico: Lupinus hybridusNome Popular: Lupino, tremoço-ornamental, tremoço-de-jardim, tremoceiro-de-jardim.
 
Família: Fabaceae

Divisão: Angiospermae.

Origem: América do NorteCiclo de Vida: PereneO lupino é uma planta herbácea, florífera, resultante provavelmente do cruzamento entre as espécies Lupinus polyphylus comL. arboreus. Suas folhas são alternas, sésseis, pecioladas, compostas palmadas, com cerca de 9 a 15 folíolos. 

A página superior da folha é glabra e a inferior é tomentosa. As inflorescências são longas, cônicas, terminais e eretas, do tipo rácemo. As flores apresentam corola papilionácea, podendo ser azuis, róseas, roxas, brancas, amarelas, vermelhas ou bicolores. 

Os frutos são pequenas vagens e contêm de 6 a 9 sementes, chamadas tremoços.Com porte médio, cerca de 1,0 a 1,5 metros de altura, o lupino é uma planta interessante para a composição em renques, maciços ou participando como "plano de fundo" em canteiros com plantas menores à frente. Combina com diversos tipos de jardins, dos formais aos mais displicentes. 

Também pode ser plantado em vasos e jardineiras. A floração ocorre na primavera e verão. As inflorescências são utilizadas como flor-de-corte. Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera estiagem. Aprecia o clima ameno e adubações bimestrais. 

Podas de beliscamento realizados após o florescimento estimulam uma nova floração. Muitas variedades novas se comportam como anuais e necessitam replantio anual. Multiplica-se por sementes.

*Paula Rothman é jornalista e tem no DNA uma queda por biologia e natureza. Antes de cuidar das editorias de Ciência e Tecnologias Verdes de INFO Online trabalhou no site Guia dos Curiosos e na revista TPM.
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A Comissão de Educação do Senado aprovou nesta terça-feira o projeto do ex-senador Wilson Mattos (PSDB-PR) que aumenta de 800 para 960 horas-aula o tempo mínimo de ensino nos níveis fundamental e médio das escolas públicas de todo o país. Clic aqui e continue lendo

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

LEGISLATIVO: Requerimentos de Junho

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Requerimentos Junho 2011
*Luiz Antonio R. Júnior: 03 Requirimentos,
*Luiz Fernando Stanganini: 03 Requirimentos,
*Evandro Carmona Roberto: 02 Requirimentos,
*João Cazare: 01 Requirimento,
*Tânia Maria Ortiz: 01 Requirimento,
Antonio Aparecido de Oliveira, José Vergilio, Mario Graminholli, DR. Miguel Arcanjo Valencise não apresentaram Requirimentos.

02/06/2.011 120/11 – Protocolo n.º 000123 – Prefeitura Municipal ( 03/06/11)
Requerimento do Vereador Luiz Antonio R. Júnior ao Executivo Municipal.
Concerto na Ponte que dá acesso a propriedade do Sr. Laércio Cesarino.

02/06/2.011. 121/11 – Protocolo n.º 000124 – Prefeitura Municipal ( 02/06/11)
Requerimento do Vereador Evandro Carmona Roberto ao Executivo Municipal . 
Operação tapa buracos nas ruas: Manoel Pelaes Sanchez; Francisco Borja Cardoso e Avenida Brasil.

02/06/2.011 122- Protocolo n.º 000125 – Prefeitura Municipal (03/06/11)
Pedido do Vereador João Cazare ao Executivo Municipal.
Intercessão junto à Reunidas para que os ônibus que vem de Araraquara, entrem pela Av. Marchador Brasil 14.000Km e saiam pela Av. da Saudade e que os vindos de São Carlos entrem pela Av da Saudade e saiam pela Av. Marchador Brasil 14.000Km, facilitando o transporte de moradores do Jd. Novo Dourado.

27/06/2.011. 130- Protocolo n.º 000145 – Prefeitura Municipal ( 01/07/11)
Requerimento do Vereador Luiz Fernando Stanganini ao Executivo Municipal.
Informações sobre qual o motivo da paralisação da obra no futuro Paço
Municipal.

27/06/2.011. 131- Protocolo n.º 000146 – Prefeitura Municipal ( 01/07/11)
Pedido do Vereador Luiz Fernando Stanganini ao Executivo Municipal.
Ratifica Pedido sobre providências quanto a iluminação das ruas da cidade que estão precárias, devido a reclamações.

27/06/2.011. 132- Protocolo n.º 000147 – Prefeitura
Municipal ( 01/07/11) Pedido do Vereador Luiz Fernando Stanganini ao Executivo Municipal.
Para que o ônibus escolar que vem de São Carlos entre na cidade subindo a Rua do Jd. Aeroporto, uma vez que para e deixa os estudantes na Av. da Saudade, colocando-os em risco.

000148 – Prefeitura Municipal ( 01/07/11)
Pedido do Vereador Luiz Antonio R. Júnior ao Executivo Municipal.
Pede melhora na iluminação da Rua Luiz Antonio Ferreira Malheiro, devido a reclamações dos moradores.

27/06/2.011. 134- Protocolo n.º 00149 – Prefeitura Municipal ( 01/07/11)
Pedido dos Vereadores Luiz Antonio R. Júnior e Evandro Carmona Roberto ao Executivo Municipal.
Estudos da possibilidade da colocação de uma lombada ou redutor de velocidade na Rua Vicente Lozano e Pede a Diretora de Educação que viabilize salas e
professores para os alunos que não conseguem acompanhar o ritmo de ensino, tenham complementação, melhorando o aprendizado.

27/06/2.011. 135- Protocolo n.º 000150 – Prefeitura
Municipal ( 01/07/11) Pedidos da Vereadora Tânia Maria Ortiz ao Executivo Municipal.
Pede para que seja colocado altofalante para anunciar óbitos e assuntos relevantes a comunidade na antiga caixa d’água e reforma e adequação dos banheiros públicos da Praça da Matriz, e funcionários para a limpeza e conservação, devido aos festejos de São João Batista.
Fonte: site da Câmara de vereadores de Dourado
Observação: Como se trata de "Requerimentos enviados", estes são trasncritos conforme constam no site da Câmara de Vereadores.

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

EDUCAÇÃO: Professora usa xadrez para dar lições de matemática e combater bullying

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Professora usa xadrez para dar lições de matemática e combater bullyingAlunos mostraram melhora nas notas e no rendimento, diz educadora
Estudantes jogam xadrez em tabuleiro gigante
montado na E. E. Antonia Baptista Calazans Luz,em Apiaí (SP)
Uma vez por semana a professora de matemática Janice Corrêa Prestes, da escola estadual Professora Antonia Baptista Calazans Luz, em Apiaí, na região do Alto do Ribeira, no interior de São Paulo, dispensa o giz e a lousa para jogar xadrez com seus alunos. A prática, segundo a professora, ajuda os estudantes a ter mais concentração, a desenvolver suas habilidades cognitivas, a ser mais observadores, mais reflexivos e mais analíticos. Além disso, o jogo dá lições de respeito, ética, incentiva a amizade e a participação em competições. O xadrez também é usado em propostas de aumentar a autoestima do aluno e de combate ao bullying. 

“Noventa por cento dos alunos gostam das aulas. Isso numa época de internet, computadores. Eles percebem que o jogo faz diferença na vida deles. A máquina não tem vida. Quando vão jogar, prestam atenção no outro, no olhar, na respiração”, disse Janice. “Quando analisam a jogada, eles têm que fazer uma síntese como nos exercícios." Segundo ela, cada peça do xadrez tem um significado que pode ser usado para desenvolver a autoestima do estudante.
Clic sobre a imagem para zoom
Desde o início do projeto, em 2002, Janice percebeu melhora no rendimento e nas notas dos estudantes. "A escola teve nota acima da média nos testes do governo", disse. Outros professores aderiram à ideia. Os estudantes têm aula sobre a origem do xadrez na aula de história e sobre a trajetória do jogo em geografia. Praticam ainda na aula de educação física.
A professora Janice Corrêa Prestes desenvolveu projeto para o
uso do xadrez como forma e combate ao bullying

Milena Gabriely dos Santos, de 17 anos, faz o terceiro ano do ensino médio. Tem aulas com a professora Janice desde a 5ª série. “O tabuleiro é matemática. O número de casas pode ser representado por uma fração, dar noção de simetria, equivalência, de horizontal, vertical, diagonal. Usei em um trabalho sobre cônicas e polígonos”, disse. A adolescente já decidiu que vai prestar vestibular para medicina. “O xadrez ajuda a lidar com o futuro, a tomar decisões sob pressão, a pensar nas consequências do que fazemos.” 

Hoje, cerca de 20 alunos de Janice são voluntários em outras escolas no contraturno das aulas. Ensinam xadrez a outros estudantes. Jogam em casa também, com irmãs, primos, amigos e fazem de tudo para ensinar aos pais. 

Emanuele Aparecida Corrêa Camargo e Deiciane Jhenielly de Almeida Cunha, ambas de 15 anos e alunas do segundo ano do ensino médio, fazem parte do grupo de voluntários. “Queria passar algo para alguém. Está sendo bom de ver meus alunos aprendendo”, disse Emanuele. “Fiquei mais próxima da minha família, mais paciente, o jogo me trouxe mais calma”, disse Deiciane.
Xadrez na sala de aula 
Combate ao bullying:

Com um prêmio em dinheiro que o projeto ganhou, a escola construiu um tabuleiro e peças gigantes para os alunos jogarem no pátio. Os alunos criaram uma gincana com perguntas de matemática e conhecimentos gerais. Quem acerta caminha no tabuleiro gigante. 

Há dois meses, os alunos criaram um projeto de combate ao bullying e ao preconceito em que usam o xadrez. Os estudantes usaram as peças do jogo para falar sobre o bullying às pessoas que passavam pela praça da cidade. Alguns consideram que o peão é nada, mas dependendo da jogada, pode ser a peça mais importante. O cavalo tem força, mas não pisa nos adversários", destaca a professora. 

O projeto do uso do xadrez nas escolas, da professora Janice, levou o deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL) a escrever um projeto de lei que obriga todas as escolas a ensinar xadrez aos estudantes. O texto já passou por comissões da Assembleia Legislativa e está na fila para votação no plenário.
Fonte: G1
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