quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

MUNDO NOVO: Alienígenas: estamos mais próximos de conhecê-los?

Editor da revista UFO mostra imagens das principais agências espaciais do mundo para mostrar que a vida alienígena é muito mais evidente do que se pensa
Por Renan Haman
Depois da palestra de Ademar Gevaerd, foi a vez de seu colega Marco Antônio Petit (também da revista UFO) subir ao palco Astronomia & Espaço da Campus Party Brasil 2012 para comentar sobre as evidências de que há vida inteligente fora da Terra. Petit reuniu uma grande quantidade de imagens (obtidas nos próprios sites da NASA e ESA) que mostram rastros dos extraterrestres.

Segundo Petit, há pelo menos 45 anos a NASA sabe que as imagens que estão sendo divulgadas aos poucos (que mostram desde as primeiras missões Apollo) são provas contundentes de que houve ou ainda há formas de civilização em outros planetas e luas (tanto a terrestre quanto a lua Europa de Júpiter)

E depois de tantas décadas escondendo a verdade (e publicando apenas imagens em resoluções baixas e adulterações), agora a Agência Espacial Norte-Americana estaria liberando fotos em alta resolução da superfície de outros corpos celestes. Como já dissemos, todas as fotografias utilizadas por Petit estão sendo disponibilizadas pelas agências espaciais dos Estados Unidos e Europa.

A imensa quantidade de fotografias mostra possíveis fósseis, obeliscos, construções artificiais e até mesmo os famosos rostos de marte. A NASA geralmente publica imagens monocromáticas, mas a ESA utiliza as cores reais para melhor elucidação dos astrônomos, ufólogos e outros interessados. Nas fotos desse segundo grupo, há inclusive evidências de elementos vegetais em marte.

Outro elemento comum nas imagens é a presença de objetos aparentemente artificiais sendo arrastados por vários quilômetros. Obeliscos são responsáveis pela formação de grandes sombras e sempre estão ao final de rastros enormes, o que evidencia a movimentação por algum tipo de forma de vida. Os "arrastos" encontrados na Lua podem ser de milênios atrás, mas os de Marte não podem datar de mais de um ano, visto que o processo de erosão no planeta é muito veloz.

Mas por que as agências espaciais estariam interessadas em mostrar a verdade ao mundo? Foi a pergunta que fizemos a Petit, que nos respondeu com muita segurança. Segundo ele, a NASA esteve escondendo por anos a realidade,para evitar que a população mundial entrasse em pânico.

Agora, com a civilização em outro estágio de entendimento do mundo, os governos de todo o planeta estariam tentando fazer com que o conhecimento da vida alienígena passe a ser desfrutado por todos. Isso seria vital para evitar pânico generalizado e catástrofes relacionadas, caso alguma civilização extraterrestre decida fazer contato. E é exatamente esse contato que Petit acha que está próximo (para daqui alguns anos). 
Postado originalmente por:TecMundo
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de curso à distância

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

TECNOLOGIA: A tecnologia precisa estar presente na sala de aula

Pesquisadora da PUC-SP alerta que o currículo escolar não pode continuar dissociado das novas possibilidades tecnológicas
Texto Elisângela Fernandes

Nesta entrevista, a professora Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, especialista no uso de novas tecnologias em Educação, formação docente e gestão falou sobre os problemas na formação inicial e continuada dos professores para o uso de TICs e de como integrá-las ao cotidiano escolar:

O que é o webcurrículo?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: É o currículo que se desenvolve por meio das tecnologias digitais de informação e comunicação, especialmente mediado pela internet. Uma forma de trabalhá-lo é informatizar o ensino ao colocar o material didático na rede. Mas o webcurrículo vai além disso: ele implica a incorporação das principais características desse meio digital no desenvolvimento do currículo. Isto é, implica apropriar-se dessas tecnologias em prol da interação, do trabalho colaborativo e do protagonismo entre todas as pessoas para o desenvolvimento do currículo. É uma integração entre o que está no documento prescrito e previsto com uma intencionalidade de propiciar o aprendizado de conhecimentos científicos com base naquilo que o estudante já traz de sua experiência. O webcurrículo está a favor do projeto pedagógico. Não se trata mais do uso eventual da tecnologia, mas de uma forma integrada com as atividades em sala de aula.

O uso das TICs facilita o interesse dos alunos pelos conteúdos?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: Sim, pois estamos falando de diferentes tecnologias digitais, portanto de novas linguagens, que fazem parte do cotidiano dos alunos e das escolas. Esses estudantes já chegam com o pensamento estruturado pela forma de representação propiciada pelas novas tecnologias. Portanto, utilizá-las é se aproximar das gerações que hoje estão nos bancos das escolas.

Como integrar efetivamente essas tecnologias ao currículo escolar e ao projeto pedagógico?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: A primeira coisa é ter a tecnologia disponível. É por isso que não se observam resultados tão favoráveis quando há apenas um laboratório para toda a escola. A tecnologia tem de estar na sala de aula, à mão no momento da necessidade. Pode ser um pequeno laboratório na sala ou um computador por aluno. Não estou falando exclusivamente de computador, mas de diversas tecnologias digitais.

A ideia do computador como o único acesso às TICs é ultrapassada?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: Sem dúvida! Não que o laboratório não deva existir. Ele precisa estar na escola, mas passa a ser ressignificado. O laboratório é para uma atividade mais sofisticada, que exige recursos de uma reconfiguração, digamos, mais pesada e atualizada. Essa tecnologia precisa estar à mão para a produção de conhecimento dos alunos à medida que surja a necessidade.

Isso pressupõe um alto investimento, incompatível com a infraestrutura de muitas escolas?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: O porcentual de alunos em escolas muito precárias é pequeno. Em termos de política pública, não há solução única. É preciso buscar ações diferenciadas. Há que superar esses desafios quase simultaneamente e trabalhar em duas frentes: recuperar atrasos, alguns bem antigos, e inserir essa nova geração na sociedade digital.

Os telefones celulares já são amplamente acessíveis e oferecem muitas possibilidades didáticas - o trabalho com fotos, filmagens, mensagens e mesmo com a internet -, mas a maioria das escolas prefere proibi-los. Não é uma atitude retrógrada?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: Vetar o uso não adianta nada porque o aluno vai levar e utilizar ali, embaixo da carteira. É preciso criar estratégias para que os celulares sejam incorporados, pois oferecem vários recursos e não custam nada à escola. A proibição só incentiva o uso escondido e a desatenção na dinâmica da aula. Geralmente os estudantes, inclusive de escolas públicas, têm celular e o levam a todos os lugares. Ele é o instrumento mais usado pela população brasileira. Basta olhar as estatísticas. O que o webcurrículo prevê é o uso integrado da tecnologia. Os alunos, com seu celular, podem fazer o registro daquilo que encontram numa pesquisa de campo. Podem trabalhar textos e fotos e preparar pequenos documentários em vídeo. Isso precisa estar integrado ao conteúdo.

E como enfrentar as questões éticas e desenvolver uma postura crítica em relação a essas mídias?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: Da mesma forma que nos preocupamos com essas questões em todos os campos. A tecnologia não é uma exceção, até porque ela potencializa o trabalho com diversas mídias, com imagens e textos. Ela facilita a cópia, o plágio. Mas não que isso não existisse antes. O bom é que, assim como simplifica a fraude, também facilita a detecção. E o que nos cabe como educadores? Cabe ajudar o aluno a entender o que é ético para que ele possa se pautar por uma conduta adequada aos dias de hoje, mas baseado em princípios que sempre existiram. A única novidade é o meio.

Temos bons exemplos de currículos que já incorporaram a tecnologia?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: Já temos várias iniciativas importantes no país, mas é preciso ter em mente que os resultados, em Educação, não vêm em um curto prazo. Os currículos estão se alterando hoje e a diferença será sentida daqui a algum tempo. Mas a hora da mudança é agora.

As pesquisas conseguem demonstrar o impacto do uso das tecnologias no aprendizado dos alunos?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: É preciso trabalhar com a perspectiva de análise macro, pois ela é importantíssima para ter a ideia do que acontece no todo. Entretanto, é necessário fazer estudos de casos específicos porque assim é possível identificar as inovações, aquilo que aparece de mudança, o que há de diferente. Para detectar os fatores que levaram à aprendizagem, é preciso acompanhar o aluno por algum tempo. Às vezes, ele demonstra um rendimento muito bom, mas isso é anterior e não necessariamente está relacionado ao uso das TICs. É difícil pegar essas situações. Os exames nacionais e internacionais não são feitos para identificar esses aprendizados. Nós vivemos uma situação paradoxal. Os sistemas de ensino estão preocupados em desenvolver os alunos para que eles tenham autonomia para atuar em uma sociedade em constante mudança. Mas o ritmo das escolas é o oposto disso.

O que é preciso para que a tecnologia seja integrada ao currículo?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: O currículo da sala de aula não é apenas o prescrito. Ele se desenvolve do que emerge das experiências de alunos e professores, do diálogo entre eles. Nesse sentido, o uso das TICs pode auxiliar muito porque, quando é desenvolvido um currículo mediatizado, é feito o registro dos processos e com essa base é possível identificar qual foi o avanço do aluno, quais as suas dificuldades e como intervir para ajudá-lo. Isso é pouco aproveitado ainda.

Uma recente pesquisa da Fundação Victor Civita (FVC) mostrou que 72% dos entrevistados não se sentem seguros em utilizar computadores na escola. A graduação não forma o professor para lidar com a tecnologia?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: Não, a formação inicial não está dando conta disso. Temos vários estudos em que o professor reconhece que a tecnologia é importante e ele quer utilizá-la. Mas não é apenas porque tem pouco domínio que não a emprega. Para integrar as tecnologias, é preciso deter tanto o domínio instrumental como o conteúdo que deve ser trabalhado, as próprias concepções de currículo e as estratégias de aprendizagem. Tudo isso precisa ser integrado numa formação que alguns especialistas já chamam de "nova pedagogia".

Isso explica por que a pesquisa da FVC mostrou que 18% das escolas que têm laboratório de informática não usam o recurso com os alunos?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: Provavelmente isso ocorre porque um único laboratório é muito pouco para dar conta da quantidade de alunos. Isso desestimula os professores, que, no máximo, conseguem levar a turma duas vezes por semana. Aí não se cria uma cultura de mudança e de integração da tecnologia com o currículo por total falta de tempo.

Há algum trabalho de formação para as TICs sendo feito hoje no país?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: Tem havido muitos programas públicos de formação continuada, entretanto há uma rotatividade enorme dos professores e isso se perde. Precisamos investir na ampliação do acesso às tecnologias e, principalmente, nessa formação.

O que devem contemplar os cursos de formação de professores? Especialistas dizem que eles devem tratar de atividades ligadas aos conteúdos...
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: Não se pode separar forma de conteúdo. É preciso integrar o conteúdo à tecnologia, às estratégias de aprendizagem e às de ensino. Tudo isso precisa ser relacionado e analisado pelo professor. Mas é preciso cuidar da gestão desses programas de formação e principalmente da mediação pedagógica que ocorre nessa formação. Tanto as universidades públicas como as privadas precisam trabalhar com a realidade da sala de aula e estar comprometidas com a reflexão sobre a prática.

É possível para a escola acompanhar o ritmo de avanço das tecnologias?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: Não é necessário que isso ocorra. O importante é que o professor tenha oportunidade de reconhecer as potencialidades pedagógicas das TICs e aí assim incorporá-las à sua prática. Nem todas as tecnologias que surgirem terão potencial. Outras inicialmente podem não ter, mas depois o quadro muda. Primeiro, é preciso utilizar para si próprio para depois pensar sobre a prática pedagógica e as contribuições que as TICs podem trazer aos processos de aprendizagem. Daí a importância dos programas de formação.

O ensino a distância é uma tendência ou apenas uma alternativa?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: A Educação a distância não significa outra Educação. Educação a distância é Educação mediatizada por tecnologia. Quanto será presencial ou a distância, são as situações que vão dizer. Essa oposição entre uma e outra vai se perder. É possível ter Educação de qualidade a distância e sem qualidade na forma presencial, ou vice-versa. Não é a modalidade que garante a qualidade.

A ideia de um professor diante de um quadro falando para 30 alunos sentados, ouvindo e anotando em seu caderno tem futuro?
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida: É uma coisa relativizada e não será abandonada. O professor detém um conhecimento científico maior e é absolutamente normal que ele exponha uma aula. Só que isso não pode ser um monólogo nem imperar o tempo inteiro. É fundamental que diferentes dinâmicas ocorram em sala de acordo com o projeto pedagógico.
Original:Educar para crescer


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

ENQUANTO ISSO NO FACE: Enquanto uns fazem de tudo p preservar a Natureza, outros fazem de tudo p acabar com ela...

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

VIDA MODERNA: Alimentação sem carboidrato é a melhor saída?

Você com certeza já ouviu falar ou mesmo já experimentou a dieta das proteínas, certo?
É tentador para quem quer emagrecer saber que existe a possibilidade de emagrecer rápido, podendo comer carnes, leite e derivados, ovos, bacon e outros alimentos ricos em proteínas e gorduras.

Sendo o único sacrifício, deixar de comer o carboidrato. Quantos não pensaram assim: Ah, será apenas por um tempo!

Realmente é possível ter o resultado desejado, pois o carboidrato é primeira fonte de energia utilizada para o corpo, excluindo ou diminuindo o consumo desse nutriente, o organismo passa a utilizar a proteína e a gordura como energia, alterando o metabolismo dos carboidratos.

Mas isso pode trazer muitos prejuízos a saúde. Consumir uma grande quantidade de proteína pode comprometer os rins, já o consumo excessivo de gorduras, pode elevar os níveis de colesterol e triglicérides no sangue, que leva a um maior risco de doenças cardiovasculares. 

E se ainda não houver o consumo de legumes, verduras e frutas poderá acarretar a deficiência desses nutrientes, ocasionando outros prejuízos.

Para que o organismo trabalhe corretamente é preciso ter uma alimentação balanceada, com qualidade e na quantidade adequada. Restringir ou excluir o carboidrato significa comer de forma desequilibrada.

Sem contar que o cérebro precisa do carboidrato diariamente, então pode comprometer a integridade do sistema nervoso central também. Além disso, é comum ouvir de pessoas que já experimentaram esse tipo de dieta notarem alterações de humor, impaciência, irritabilidade e outras sensações desagradáveis.

Quanto a consumir os carboidratos até ás 18:00 horas, é importante que se faça o jantar de forma balanceada, já que é uma das refeições principais, por isso o carboidrato deve fazer parte. O segredo é saber a quantidade certa de consumir e fazer opções de fontes saudáveis, exemplos : arroz ou pães integrais, aveia, batata, etc.

Por estes motivos apresentados, pense bem antes de fazer qualquer dieta, analise se ela é benéfica a curto, médio e longo prazo e se o seu resultado será bom para sua estética e saúde. Talvez perceberá que não é a melhor saída tirar o carboidrato.
Por: Roberta dos Santos Silva 
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3 14.113

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CAMPANHA: Vamos ajudar a fazer mais uma edição da Revista Autismo

Campanha para fazer mais uma edição da Revista Autismo
Circulação nacional e com 100% de voluntariado, sem ONG, sem empresa, sem governo e sem nenhum dinheiro,  se precisar,  peça mais informações .

E você pode efetivamente  ajudar a continuar este projeto! Com qualquer quantia.

O autismo não é raro como muitos podem pensar, atingindo hoje nos EUA 1 a cada 110 crianças (veja reportagem da revista). No Brasil não temos estatísticas, mas estima-se que haja 2 milhões de pessoas com o transtorno do espectro do autismo (TEA). A síndrome é mais comum em crianças do que AIDS, câncer e diabetes juntos -- exatamente: juntos, somados!. E o tratamento quanto antes for feito, melhores os resultados.

O objetivo é levar informação de qualidade também a pais que não têm acesso à internet -- além, logicamente, de atingir os "pais conectados" e também profissionais e governos para que diminua-se o preconceito e crie-se políticas públicas para atender às famílias afetadas por essa síndrome.

Como ainda não se conseguiu um patrocínio para continuar o projeto de forma constante e segura, estamos realizando uma campanha de doações para fazer mais uma edição da Revista Autismo -- a terceira edição, a número 2 (pois começou na edição zero).

Na edição de lançamento (número zero), foram impressos 5 mil exemplares,  que durou uma semana. Com uma campanha como esta conseguiu-se reimprimir mais 5 mil, totalizando 10 mil exemplares. Também esgotaram-se. Foi feita a segunda edição, mas só com recursos para imprimir 2,5 mil exemplares. Esgotaram-se. A demanda é absurda por informação sobre autismo no Brasil, pois não há quase nada. A falta de informação é tão grande que a revista é a única na América Latina sobre o tema e a única no mundo em língua portuguesa (houve solicitações e foram enviadas algumas inclusive para Portugal e para brasileiros em outros países do mundo).

Tendo R$ 20 mil pode-se fazer uma edição com 8 mil exemplares. É a meta -- não é o ideal, nem é o mínimo. Sera feito o todos os esforços com o que se conseguir -- como nas outras edições.

Com doações, nossas ou que consigamos angariar de outros grupos, pessoas, empresas, etc., podemos fazer isso!

Temos uma conta no Bradesco somente para doações à revista (escolhi o Bradesco pois pode-se depositar em qualquer ag. de CORREIOS, que tem em todo o Brasil).

Banco: Bradesco
Agência: 2534
Conta Corrente: 8679-7

Titular: Francisco de Pa... (quem precisar do CPF, para fazer DOC ou TED, peça por e-mail, clicando aqui , por favor)

Também pode-se doar por meio do serviço PayPal, com de cartões de crédito/débito (veja no final deste texto). 

Quem doar, não precisa enviar comprovante. A ideia é primeiro se conseguir o montante para se fazer a revista.

Então, sugiro que além de todos que puderem doar o façam (seja a quantia que for será muito bem-vida e agradecida), fazer uma pequena campanha na sua igreja/templo/centro, empresa, comunidade. Explique a importância deste projeto e não será difícil conseguir algo para uma causa tão nobre como esta.

Sem dúvida conseguiremos, nós cremos!

Antecipadamente agradecemos o que conseguirem ou ao menos tentarem. Tudo é válido!

Além do depósito, você pode clicar no botão abaixo para doar qualquer quantia e nos ajudar a fazer mais uma edição da Revista Autismo!

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EDUCAÇÃO: Qual o futuro da nossa Escola
Qual o futuro da nossa Escola. por Lucia Camacho. Olhar lá na frente, a Escola do futuro, esta é a questão que venho pesquisando há uns Cl10 anos. Sonho ver essa estrada construída. Acredito que o jogar sementes, ainda vale a pena. ..Clic aqui e continue lendo

NATAL: Ruas e praças começam a ser enfeitadas para o Natal

É Natal também em Dourado
Depois de muitos e muitos anos, parece que o espirito de natal baixou entre nós.
Durante todo a quarta-feira, funcionários da Prefeitura, acompanhados do diretor do departamento do Trabalho e da Assistência Social, Ricardo Fattori, e da presidente do Fundo Social de Solidariedade do município, Maria Rita de Cássia Buzzá, colocaram os 100 enfeites de Natal nas duas principais ruas do centro da cidade; na Rua Dr. Marques Ferreira e na Rua Demetri Calfat.
Na frente do Paço Municipal e na Praça da Matriz de São João Batista foram colocados anjos com armação de ferro. E as escolas municipais receberam armações de árvores de Natal para serem enfeitadas por alunos, funcionários e professores.
Baseado no Site da Prefeitura de Dourado

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25 Jun 2011
Mas que isso, a qualidade de vida dos seus frequentadores aumentou, quer pelo lado da menor propensão às doenças, como pelo convívio social que as ATI propiciam. Além de fornecer os aparelhos para os exercícios, ...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

NOSSA CIDADE: O presépio de Natal, deste ano, da Casa do Gudo é a Estação de trem de Dourado

O presépio de Natal
A estação ferroviária de Dourado é o tema do presépio de Natal apresentado à população, na noite de sexta-feira, (02/11), das 20h30 às 22h, na casa do senhor Gudo.
Com direito até uma replica, em madeira de uma locomotiva e a uma breve leitura sobre a história da Ferrovia Douradense, em meio a fogos de artifícios e com a presença de um público de mais de 200 pessoas, foi aberta à visitação ao presépio mais tradicional de Dourado.
O evento foi aberto com a apresentação da Banda Marcial de Dourado, sob a regência do maestro Ronaldo, seguida da apresentação do Coral do município, sob a regência de Cláudia Lucato.
Abaixo a série de videos  Brilhos de Natal 2011:
Autoria: Fátima Fotos e Vídeos Digitais - Dourado-SP - (16)3345-3015 - 8166-1023



















A pequena Gabrieli N. Graminholi, 10 anos, representou o Coral infantil e cantou ao lado da senhora Iolanda, 74 anos. Para Fabiana, mãe da Gabriela, é um orgulho ver o entusiasmo da filha para cantar nessa apresentação, mesmo como todo o frio que fez, na noite de sexta.
Logo após a apresentação do Coral, juntamente com os fogos de artifícios foram retirados os tapumes e todos puderam admirar o trabalho do senhor Gudo. Cada detalhe foi pensado com muito cuidado e carinho na construção da locomotiva e de todo o cenário. Ele utilizou gelo seco para fazer a fumaça que sai do trem. 


Transcrito do Site da Prefeitura de Dourado

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FATOS EM FOTOS: Rodoviária de Dourado estaria abandonada? Veja as fotos!Em dezembro de 2005 a atual administração entregou a reforma da rodoviária, "É o novo cartão postal de Dourado", alardeava a administração. Clic aqui e continue lendo
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