domingo, 13 de fevereiro de 2011

VIDA MODERNA: Músicas Lady Gaga e Luan Santana ganham versões do Google Tradutor

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Googleokê usa voz eletrônica de tradutor para cantar hits e vira mania na internet
Antes de dizer que você já viu de tudo na internet, escute essa: a moça que ensina a pronunciar palavras no Google Tradutor começou uma carreira musical. A voz eletrônica foi usada para embalar hits pop, como “Poker Face”, de Lady Gaga e “Meteoro da Paixão”, de Luan Santana.

Ouça Poker Face, de Lady Gaga:
O resultado, como era de se esperar, são músicas engraçadas e uma interpretação sem emoção. Para escutar as versões da "moça do Google" visite o link http://www.googleoke.com.br/.

VIDA MODERNA: Quanto custa ler uma revista no iPad? Caro.

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Quando o assunto é tablet, logo nós vem à cabeça a imagem de Steve Jobs apresentando um equipamento intermediário entre celulares e netbooks
Vai fazer um ano que o então CEO da Apple subiu ao palco da WWDC para mostrar ao mundo a sua mais nova invenção. Desde então, muita água rolou por baixo dessa ponte.

O iPad atualmente é um sucesso de público e crítica – e vendas, que é o mais importante para os acionistas da Apple. Depois de meses, vendeu milhões de unidades. E somente no último trimestre do ano passado que começou a perder mercado para o principalmente concorrente, a plataforma Android. A diferença ainda é grande (75% de market share do iPad OS contra 22% do Android para tablets).

Enquanto esse embate não chega a um resultado que agrade a fanboys e usuários independentes, as empresas de comunicação seguem apostando no iPad. Seria esse o salvador das publicações de papel? Logo que ele foi apresentado, jornais e revistas correram para lançar edições digitais que contemplassem o novo aparelho. Mas, passado o hype inicial, qual é o cenário que se pinta no que diz respeito ao conteúdo editorial disponível no aparelho?

Essa é a pergunta de milhões de dólares. É o que Rupert Murdoch, o proprietário da News Corporation – um dos maiores conglomerados de mídia do mundo, junto de Disney, Time Warner e Globo – está tentando descobrir. Foi lançado faz algumas semanas o The Daily, primeiro jornal feito exclusivamente para tablets da Apple.

Aqui no Brasil a presença de jornais no iPad ainda é tímida. As revistas, entretanto, parecem mostrar um pouco mais de vigor quando estamos falando da oferta de conteúdo no dispositivo. Considerando os quatro principais semanários do país (cujas circulações fornecidas pelo Instituto Verificador de Circulação, o IVC, são mais altas), descobrimos que apenas uma delas não está no tablet. A CartaCapital, editada por Mino Carta, por enquanto não oferece qualquer edição digital. As demais são: Veja, da Editora Abril; Época, da Editora Globo; e IstoÉ, da Editora 3.

Que tal saber quanto custa cada uma delas?

Veja, da Editora Abril:
Uma das primeiras revistas a lançar edição para iPad, a Veja marca presença no dispositivo por meio de uma edição digital que tira proveito dos recursos exclusivos do tablet. Há opção de alterar o tamanho da fonte, por exemplo, ou modificar a orientação da tela entre retrato e paisagem. Ela foi realmente concebida para o tablet da Apple.
Quanto custa no iPad: US$ 4,99 (cerca de R$ 8,35) por edição.
Quanto custa nas bancas: R$ 8,90 por edição.

Época, da Editora Globo:
A Época é possivelmente a única revista da Editora Globo cuja versão para iPad merece atenção. A publicidade, por exemplo, pode ser manipulada (dependendo do quanto o patrocinador quis investir nesse tipo de interatividade). Os mesmos recursos da Veja estão lá: tamanho da fonte variável e mudança de orientação com conteúdo que se adapta a tela. Também conta com infográficos interativos e vídeos.
Quanto custa no iPad: US$ 4,99 (cerca de R$ 8,35) por edição.
Quanto custa nas bancas: R$ 8,90 por edição.

IstoÉ, da Editora 3:


Os casos da Veja e da Época comprovam o uso da tecnologia na hora de oferecer conteúdo digital, porém amparado em algo que ainda é feito com o impresso em mente. Já a IstoÉ não tem nenhum dos recursos que fazem as outras revistas serem tão interessantes junto ao público. Por exemplo, nada de interatividade, nem formatação especial das páginas dependendo da orientação da tela.

O aplicativo da revista é comparável a uma edição em PDF, com um software auxiliar para baixar novas edições. Ler IstoÉ no Adobe Reader ou no iPad daria na mesma para a maioria dos usuários.
Quanto custa no iPad: os exemplarem podem ser baixados gratuitamente.
Quanto custa nas bancas: R$ 9,90.

Impresso x Digital:
Se a tendência é que as publicações digitais substituam as revistas impressas, a Veja, a Época e a IstoÉ são as três revistas de informação brasileiras que estão na frente na distribuição de conteúdo digital. Ainda assim, um dos aspectos mais importantes de qualquer produto costuma sendo uma incógnita quando levantamos os preços dos exemplares na versão para iPad, comparando-os com os da revista impressa.

As duas líderes de vendagem apresentam edições digitais que custam quase o mesmo nas bancas. Tanto a Veja como a Época adota o preço de 4,99 dólares por edição. Considerando-se a cotação média do dólar em janeiro, cada exemplar sai por cerca de R$ 8,35. A diferença é de apenas 55 centavos, frente às versões impressas das respectivas revistas.


Qualquer estudante de Comunicação Social descobre logo nos primeiros meses de curso que o preço final de um produto impresso é amplamente inflado pelos custos de impressão e distribuição. Um parque gráfico custa absurdamente caro, e sua manutenção também não é barata. Da mesma, estruturar uma rede de distribuição, com manuseio, transporte e espaço nas bancas, é algo que eleva bastante os custos de uma empresa de comunicação.

Embora seja um preço muitas vezes considerado elevado, os quase nove reais pagos por uma edição de Veja ou Época são justificados por esses fatores (além de remunerar o trabalho dos jornalistas e demais profissionais envolvidos na feitura da publicação). No meio digital as coisas são diferentes: não há custo algum com papel, com transporte nem com manuseio do produto. Seu preço, portanto, deveria ser razoavelmente inferior ao de uma revista de papel.

Nos Estados Unidos a situação é bastante diferente: algumas revistas chegam a custar apenas 2 dólares no iPad, enquanto seu preço de banca fica próximo dos 6 dólares. Ou seja, 1/3 do preço cheio da edição impressa, que tradicionalmente custa mais caro para ser produzida.

Eu conversei com Gilberto Maringoni, professor do Departamento de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero. Ele me esclareceu que não é possível definir quanto do preço de capa de uma revista diz respeito à impressão e distribuição da publicação. No caso dos livros fica mais fácil, pois cerca de 25% do valor do exemplar são para esse fim. De qualquer forma, Maringoni garante que o preço pago para produzir uma revista é quase totalmente coberto pela publicidade.

Os custos de uma revista digital, comparados com os de uma revista impressa, deveriam ser maiores somente no campo do desenvolvimento de novas soluções. Os designers, por exemplo, precisam criar praticamente dois layouts para cada nova edição (um para visualização em modo retrato, e outro em modo paisagem), além dos recursos interativos que costumam chamar a atenção nesse tipo de publicação. Ainda assim, não justifica manter quase o mesmo valor da revista impressa também no iPad.

VIDA MODERNA:Facebook e Google fazem oferta bilionária pelo Twitter

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Com o seu valor de mercado em amplo crescimento na internet, a empresa deinstant messaging Twitter vem sendo cortejada por empresas como Facebook e Google
O objetivo das "conversas informais" seria negociar uma aquisição bilionária.
Para uma empresa que, em 2010, tinha uma receita de US$ 45 milhões, e estima para esse ano em torno de US$ 100 milhões, o contrato de aquisição com uma das gigantes interessadas projetaria o seu lucro para US$ 8 a 10 bilhões.

Este valor gera controvérsia entre os especialistas de mercado, mas segundo oWall Street Journal, seria justificável, pois cada vez mais são valorizadas empresas que guardam dados valiosos de tantos usuários, como é o caso do Twitter.

A empresa, que surgiu em 2006 tem resistido à tentação bilionária para poder manter-se independente e crescer. A resistência em não se vender apenas aumenta o seu valor de mercado. A companhia, que não costuma divulgar seus dados financeiros, pode chegar a valer 100 bilhões de dólares, acreditam especialistas. 

Essa atitude modifica inclusive a postura de empresários, que atualmente preferem manter-se independentes em vez de venderem-se rapidamente para grandes companhias. Apesar da perspectiva de um contrato bilionário, os CEOs acreditam ser possível superar essa quantia investindo em novas formas de lucrar com os próprios meios.

A escalada do valor, que em 2009 era de US$ 250 milhões e em dezembro de 2010 foi para US$ 3,7 bilhões, aumenta a expectativa pela decisão do Twitter de manter-se independente, entrando para a competição acirrada, ou se irá potencializar ainda mais a influência e a conta bancária do Facebook ou do Google.

VIDA MODERNA: Conexão pode chegar a 400 Gb em Manaus, diz ministro

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O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que o Governo Federal vai cobrar das empresas parcerias a melhoria dos serviços e a redução dos custos

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que a velocidade da conexão de banda larga em Manaus pode chegar a 400 Gb (giga bites) a partir do lançamento do serviço por parte da operadora Oi, realizado no início da tarde desta sexta-feira (11).

"Inicialmente, o serviço é de 10 Gb, podendo chegar a 20 e até mesmo a 400 Gb. E a velocidade pode ser aumentada se a demanda exigir", disse o ministro, durante seu discurso na solenidade de lançamento da banda larga da Oi, na sede da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam)

Paulo Bernardo disse que o Governo Federal vai cobrar das empresas parcerias a melhoria dos serviços e a redução dos custos. Ele voltou a falar sobre uma possível isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). "Podemos chegar a uma redução para menos de 30 reais o valor pago pela conexão com a isencão de ICMS. Claro que tem que discutir, porque os Estados precisam da arrecadação", disse.

Internet no interior do Amazonas:
O governador Omar Aziz (PMN), em seu discurso, citou a ampliação do serviço de internet para o interior do Estado. "O que importa pra gente é internet rápida e barata, o resto é discurso. A população do interior também merece conexão de qualidade tanto quanto quem mora em Manaus", disse o governador.

A proposta do governo estadual é levar internet para 20 municípios do interior por meio da linha de fibra ótica feita pela Petrobras para o gasoduto Coari-Manaus, a do Linhão do Tucuruí - que ainda está em fase de construção - e a estrutura feita pela Oi em parceria com o governo venezuelano.

Entre os municípios que estão na lista do projeto de banda larga do Amazonas, estão Codajás, Anori, Coari, Caapiranga, São Sebastião do Uatumã, Urucurituba, Itacoatiara, Silves, Itapiranga, Rio Preto da Eva, Presiente Figueiredo, Humaitá, Manicoré, Borba, Manaquiri, Careiro e Careiro a Várzea.

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